Além de o país formar muito poucos engenheiros – somente cerca de 30 mil por ano, quando a China e a Índia, respectivamente, graduam 400 mil e 250 mil –, o Brasil ainda “perde” seus profissionais para o setor financeiro. Diante dessa realidade e embora não existam dados oficiais, o segmento automotivo brasileiro está carente de engenheiros.
“Com a cadeia automotiva superaquecida, não seria exagero afirmar que todas as montadoras e sistemistas, sem exceção, estão à procura de novos profissionais. Por falta de engenheiros, sejam das especialidades mecânica, produção, eletrônica, as vagas permanecem abertas por meses”, afirma José Edison Parro, presidente da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Diante dessa constatação, a entidade lança campanha de incentivo aos estudantes para que abracem a carreira automotiva. Com parcerias firmadas com a Universidade de São Paulo (Poli), Instituto Mauá de Engenharia, FEI – Fundação Educacional Inaciana e Unip – Universidade Paulista, a AEA pretende envolver os alunos de engenharia, graduandos do 3º ano em diante, por meio dos cursos, seminários e simpósios desenvolvidos pela entidade ao longo do ano.
“Nossa primeira ação será feita agora no SIMEA 2010, nos dias 22 e 23 de setembro, ao convidar alunos do 5º ano da Poli, Mauá, FEI e Unip”, esclarece. “Gostaríamos que o estudante brasileiro de engenharia soubesse mais sobre o atual panorama da indústria automobilística, hoje um pólo desenvolvedor de novas tecnologias, muito diferente de 20 ou 30 anos atrás, quando as montadoras seguiam fielmente os ditames de suas matrizes”, complementa Parro.
“Além do rico conteúdo dos três painéis que regem o simpósio, cujo macrotema deste ano é ‘Desafios e Benefícios da Harmonização Global das Regulamentações Aplicadas na Tecnologia da Mobilidade’, os estudantes poderão conhecer em detalhes os 40 trabalhos técnicos e também as mais de 30 empresas expositoras da Mostra de Tecnologia”, finaliza Parro. segunda-feira, 13 de setembro de 2010
AEA incentiva estudantes a seguir carreira automotiva
Além de o país formar muito poucos engenheiros – somente cerca de 30 mil por ano, quando a China e a Índia, respectivamente, graduam 400 mil e 250 mil –, o Brasil ainda “perde” seus profissionais para o setor financeiro. Diante dessa realidade e embora não existam dados oficiais, o segmento automotivo brasileiro está carente de engenheiros.
“Com a cadeia automotiva superaquecida, não seria exagero afirmar que todas as montadoras e sistemistas, sem exceção, estão à procura de novos profissionais. Por falta de engenheiros, sejam das especialidades mecânica, produção, eletrônica, as vagas permanecem abertas por meses”, afirma José Edison Parro, presidente da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Diante dessa constatação, a entidade lança campanha de incentivo aos estudantes para que abracem a carreira automotiva. Com parcerias firmadas com a Universidade de São Paulo (Poli), Instituto Mauá de Engenharia, FEI – Fundação Educacional Inaciana e Unip – Universidade Paulista, a AEA pretende envolver os alunos de engenharia, graduandos do 3º ano em diante, por meio dos cursos, seminários e simpósios desenvolvidos pela entidade ao longo do ano.
“Nossa primeira ação será feita agora no SIMEA 2010, nos dias 22 e 23 de setembro, ao convidar alunos do 5º ano da Poli, Mauá, FEI e Unip”, esclarece. “Gostaríamos que o estudante brasileiro de engenharia soubesse mais sobre o atual panorama da indústria automobilística, hoje um pólo desenvolvedor de novas tecnologias, muito diferente de 20 ou 30 anos atrás, quando as montadoras seguiam fielmente os ditames de suas matrizes”, complementa Parro.
“Além do rico conteúdo dos três painéis que regem o simpósio, cujo macrotema deste ano é ‘Desafios e Benefícios da Harmonização Global das Regulamentações Aplicadas na Tecnologia da Mobilidade’, os estudantes poderão conhecer em detalhes os 40 trabalhos técnicos e também as mais de 30 empresas expositoras da Mostra de Tecnologia”, finaliza Parro.
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