terça-feira, 29 de junho de 2010

GM expande unidade industrial de Mogi das Cruzes (SP)

Da esquerda para a direita: Marcos Munhoz, diretor geral de Comunicações, Relações Públicas e Governamentais da GM do Brasil; José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil; Marco Bertaiolli, prefeito de Mogi das Cruzes; José Antônio Cuco Pereira, vice-prefeito de Mogi das Cruzes e Mauro Luis Claudino de Araújo, presidente da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Começou nesta terça-feira (29/06/2010), com a montagem oficial do primeiro subconjunto para o segundo modelo de veículos da ‘família’ Viva – a ser lançado no mercado brasileiro no último trimestre de 2010 -, a mais nova atribuição do Complexo Industrial da GM em Mogi das Cruzes (SP), que opera em algumas atividades em três turnos de trabalho e é responsável por quase 1.000 empregos diretos e indiretos. Às vésperas de completar 11 anos de existência – sua inauguração oficial ocorreu em cinco de novembro de 1999 -, o complexo industrial da GM não para de crescer e hoje já está plenamente consolidado com um perfil operacional bastante amplo, incluindo a atividade de montagem, em especial, de subconjuntos para inúmeros modelos da linha de veículos Chevrolet produzidos no Brasil. O início dessa produção foi feito pelo prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Bertaiolli, que esteve acompanhado no evento pelo presidente da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, vereador Mauro Luis Claudino de Araújo, e também de vários vereadores daquela casa legislativa. A primeira peça produzida foi o reforço do assoalho do novo modelo do projeto ‘Viva’. Pela GM estiveram presentes José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil; Marcos Munhoz, diretor geral de Comunicações, Relações Públicas e Governamentais; José Eugênio Pinheiro, diretor de Manufatura da GM América do Sul; Edson Vaz, diretor de Pessoal e Relações do Trabalho; Reinaldo Pereira, diretor do Complexo de Mogi; Pedro Luiz Dias, diretor de Comunicação Social; e outros integrantes da diretoria. “A expansão da unidade de Mogi das Cruzes faz parte do programa da empresa no Brasil, que prevê investimentos superiores a R$ 5 bilhões no período de 2008 a 2012, para permitir a renovação total da atual linha de veículos Chevrolet até 2012, a modernização das fábricas e o aumento da capacidade produtiva, além da nacionalização de peças com fornecedores brasileiros”, destaca Jaime Ardila, presidente da recém-criada divisão internacional da GM América do Sul. “Acreditamos no potencial brasileiro e entendemos que a economia cresce de forma sustentável. Isso, sem dúvida alguma, solidifica o expressivo e consistente plano de investimentos da GM, que permitirá a renovação do portifólio Chevrolet, com o objetivo de oferecer ao consumidor brasileiro os melhores veículos, com tecnologia de ponta, qualidade e segurança”, acrescenta José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil. Marcos Munhoz, diretor geral de Comunicações, Relações Públicas e Governamentais da GM do Brasil, acentua que “nossa estratégia é a de concentrarmos investimentos em tecnologia, novos produtos e modernização das nossas unidades, pois acreditamos no grande potencial de crescimento do mercado brasileiro de veículos, que vem registrando sucessivos recordes de vendas nos últimos anos”. Expansão contínua da unidade de Mogi das Cruzes Criado para se dedicar exclusivamente à produção de peças estampadas em aço para veículos descontinuados – aqueles que não são mais produzidos em série -, e também de peças que já tenham saído das linhas regulares de montagem devido à atualização dos modelos mantidos em produção, o Complexo da GM em Mogi das Cruzes (SP) tem crescido continuadamente nos últimos anos, a ponto de ter mudado significativamente seu perfil de operação. “Hoje, além da produção de estampados para os modelos descontinuados, cada dia mais a unidade de Mogi se consolida como produtor e supridor de autopeças para os veículos atualmente em linha, incluindo as montagens de subconjuntos para os modelos Chevrolet Classic, Astra, Vectra e picape S10. Não se trata de uma fabricante de veículos mas somos uma produtora de autopeças em Mogi das Cruzes”, esclarece José Eugênio Pinheiro, vice-presidente de Manufatura da GM América do Sul. Agora, ampliando ainda mais a importância da unidade de Mogi, ela ganhou novas células de montagem para o início de produção de subconjuntos específicos para o segundo modelo da família de veículos ‘Viva’, a ser produzido na unidade da GM em São Caetano do Sul (Região do ABCD paulista) e com lançamento previsto no mercado brasileiro para o quarto e último trimestre de 2010. Para dar suporte às atividades e necessidades de peças da fábrica de São Caetano do Sul, a unidade de Mogi das Cruzes receberá investimentos totais de R$ 50 milhões, até 2012, dos quais R$ 30 milhões já estão sendo aplicados desde 2009. Os demais R$ 20 milhões serão absorvidos pela GM de Mogi até 2012. A unidade de Mogi tem ampliado seu efetivo desde o ano passado, quando anunciou a atual expansão e hoje ele é de cerca de 950 empregados diretos e indiretos. Até o final do ano o efetivo ultrapassará 1.000 empregados. Atualmente, as áreas de estamparia e montagem de subconjuntos funcionam em três turnos de trabalho, enquanto a de pintura em dois turnos. Expansão e logística Para permitir sua contínua expansão uma das medidas no complexo foi a transferência parcial do então segundo Centro Distribuidor de Peças, que ali funciona, para a cidade de Sorocaba, a 100 quilômetros da capital paulista, onde fica o principal centro distribuidor da empresa. Atualmente a área construída da unidade de Mogi é de 100 mil metros quadrados. Lá em Mogi são produzidas peças como longarinas, painéis, caixas de rodas, estrutura do parabrisa, suporte do banco, portas, tampa do porta-malas, assoalho, todas para os modelos Vectra, Astra, Classic e picape S10. Já para o segundo modelo da família Viva, a unidade de Mogi será responsável pela produção de painéis, caixas de rodas, colunas, cobertura das portas, longarinas e caixas de roda. Peças também são produzidas para o Vectra montado na Polônia e para o Classic montado na Argentina. Outras atividades incluem a pintura de algumas peças estampadas praticamente para toda a linha de modelos da marca Chevrolet. Além disso, são feitas também soldas de conjuntos para a S10, que lidera o segmento das picapes médias no Brasil há 14 anos consecutivos desde seu lançamento em 1995. No ano de 2.009 o Complexo da GM em Mogi das Cruzes estampou 3 milhões e 700 mil peças diversas, destinadas principalmente para o mercado brasileiro e também para as exportações. Com a nova ampliação, sua capacidade de produção poderá chegará a 6 milhões 300 mil peças por ano. Para se ter uma idéia da evolução daquela unidade, em 2000, primeiro ano de sua atividade plena, a produção chegou a 635 mil peças. O município de Mogi das Cruzes foi escolhido para abrigar o complexo da GM pelo fato de atender aos critérios requeridos de logística nas operações entre as unidades industriais da empresa no estado de São Paulo. A unidade de Mogi fica a 40 quilômetros de São Caetano do Sul, a 45 quilômetros de São José dos Campos e a cerca de 100 quilômetros dos principais fornecedores de São Paulo e também dos Portos de Santos e São Sebastião, no litoral paulista. A região também conta com uma excelente malha rodoviária, incluindo as rodovias Ayrton Senna (onde fica o complexo) e Dutra. O Rodoanel, em fase de implantação, interligará no futuro também as rodovias Castello Branco, Régis Bittencourt, Raposo Tavares e ainda o Complexo Anchieta/Imigrantes. De acordo com os princípios de sustentabilidade seguidos pela GM, a unidade de Mogi das Cruzes adotou, antes mesmo antes de sua implantação, todas as medidas necessárias de preservação ambiental da área total de 422 mil metros quadrados do complexo, incluindo uma estação de tratamento de efluentes e providências relativas à compostagem.

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